sexta-feira, 28 de maio de 2010

O MUNDO DAS FÁBULAS!

Pensando em estimular a leitura, a escrita e a criatividade , convidei os alunos para realizarem uma viagem ao Mundo das Fábulas.
Na bagagem, levamos muitas histórias de fabulistas consagrados, lápis, borracha e aquela animação!
A cada parada, recontamos fábulas, discutimos seus ensinamentos, fizemos arte e até criamos novas histórias!
E na volta, a felicidade pelas descobertas realizadas e emoções vividas.Meus objetivos são de:
• Refletir sobre valores éticos para a construção de uma sociedade mais justa.
• Contribuir com a formação de leitores ativos, capazes de produzir textos coerentes, coesos e adequados ao gênero estudado.
• Ajudando o aluno a expressar-se nas diversas linguagens

MARECHAL RONDON 52 ANOS DE SERIEDADE E COMPROMISSO COM A EDUCAÇÃO!

Quando surgiu:
A Bandeira da escola Marechal Rondon foi idealizada durante as comemorações do cinqüentenário da escola, em 08 de maio de 2008.
Quem foram os responsáveis pela sua criação:
A idéia da Bandeira da Escola Marechal Rondon foi discutida e aprovada DURANTE assembléia DA comunidade escolar e criada pela professora Wanieyre Aparecida de Oliveira.
As cores:

As cores azul e branco estão associadas às cores da escola.
As crianças em círculo e de mãos dadas representam à diversidade DOS ALUNOS, a inclusão e a união COMO FATORES IMPORTANTES PARA A ESCOLA.
O livro e o lápis:
Representam o CONHECIMENTO, a busca pela EDUCAÇÃO DE QUALIDADE E autonomia.
A faixa branca:
É na faixa que APARECE o nome da Escola Marechal Rondon COM A DATA DE sua criação: dia 08 de maio de 1958.

O lema “Compromisso e seriedade com a educação”, discutido e aprovado em assembléia, aparece no círculo central da bandeira nas cores da escola.

MÃE...MEU ANJO DA GUARDA!

Mãe

quinta-feira, 27 de maio de 2010

LENDO! MESMO AINDA NÃO SABENDO LER!



O gosto pela leitura nem sempre surge «do nada». Se bem que algumas crianças acabam por pegar num livro com gosto, outras há para quem até leitura com desenhos é um sacrifício.
Para que eu possa ajudar meus alunos a gostarem de ler e a fazê-lo sem dificuldade, deixo aqui alguns conselhos práticos.
1. Fazer uma pausa na atividade cotidiana:
Reserve um intervalo de tempo durante o qual sabe que não vai/vão ser perturbado/s. Quinze minutos é um intervalo de tempo suficiente.
2. Tornar a leitura agradável:
Faça da leitura uma experiência agradável. Sente-se ao lado da criança. Não a pressione se ela mostrar alguma resistência e, se ela não estiver realmente interessada, opte por outra atividade ou deixe-a livre para fazer o que pretende na altura.
3. Não fazer interrupções bruscas:
Se a criança ler mal uma palavra, não a interrompa de imediato. Esse intervalo dar-lhe-á a hipótese de se corrigir. Se não resultar, dê-lhe exemplos de outras palavras “difíceis” com um som semelhante para que não fique presa àquela palavra em particular e tente resolver o problema por si.
4. Ter uma atitude positiva:
Evite expressões como “Não!” ou “Está mal!”. Utilize expressões como “Agora vamos ler juntos…” e aponte para as palavras à medida que, lentamente, as lê. Aumente a auto-estima da criança elogiando todos os progressos, até os aparentemente mais insignificantes.
5. Falar sobre os livros:
Antes de iniciar a leitura (ou no final), fale sobre o livro que a criança vai ler. Fale das imagens e até do tipo de letra. Se o livro já for conhecido pode falar sobre a parte favorita da criança. Esta é também uma forma de ficar a saber se a criança percebeu o que leu.
6. Promover a variedade:
Escolha livros de gêneros diferentes para as sessões de leitura. Varie com gibis, livros de poemas, revistas etc. Deixe a criança escolher também.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

LIVRO: ERA UMA VEZ UM MENINO TRAVESSO...



Professora:
Wanieyre de Oliveira

Ano: 2º A

Bloco de Conteúdo:
Matemática

Conteúdos:
Atividades com texto sendo interpretação oral, escrita e exploração do conteúdo matemático.

Objetivos:
Explorar as possibilidades didáticas do livro escolhido, estimulando uma mudança de olhar para as produções dos alunos, experimentando, refletindo, debatendo e adaptando-o a nossa realidade.

Tempo estimado:
4 horas/Aulas.

Material necessário:
Livro: Era uma vez um menino travesso..., sulfite, dicionário, lápis de cor e lápis.

Desenvolvimento:
1ª etapa:
Inicialmente explorar o livro: capa, detalhes como cores, formas, tamanho, objetos, espessura, pessoas, titulo, autor, indagando sobre o que será que o livro se tratar de acordo com o título, etc.
2ª etapa:
Ler a história do livro com ênfase dando intervalos para indagar os alunos sobre o que será que vai acontecer agora. Ler novamente sem pausas.

3ª etapa:
Contar o livro com ajuda dos alunos, fazendo-os lembrar de detalhes.

4ª etapa:
Explorar a interpretação escrita do texto: letras, sílabas, palavras, frases, rimas, números e quantidades.

5ª etapa:
Atividades de adição retiradas do texto.


6ª etapa:
Ilustração da capa do texto.


Avaliação:
Os alunos serão avaliados durante todo o processo, explorando o potencial de cada um, gerando interesse e compreensão. Valorizar cada passo detectando como ajudá-los a superar suas dificuldades.

terça-feira, 27 de abril de 2010

TEXTOS CURTOS E CONHECIDOS: MÚSICAS E ALGO MAIS...

Leitura pelo professor – É importante que o professor faça a leitura de vários textos do mesmo gênero (adivinhas, cantigas de roda, parlendas, quadrinhas ou trava-línguas), de modo que os alunos possam se apropriar de um amplo repertório do texto em questão. Essa atividade de leitura pode ser diária (na hora da chegada, na volta do recreio…), ou semanal. O importante é que os alunos tenham um contato freqüente com os textos, para que possam conhecê-los melhor.
Leitura compartilhada (professor e alunos) de textos conhecidos – Em alguns momentos da rotina de sala de aula, o professor pode ler junto com os alunos alguns textos (adivinhas,
cantigas de roda, parlendas, quadrinhas ou trava-línguas) que os alunos conheçam bastante, para que possam inferir e antecipar significados durante a leitura. Os textos que serão lidos podem estar afixados na sala em forma de cartaz, escritos na lousa ou impressos no livro do aluno.
Leitura coletiva – Ler, cantar, recitar e brincar com textos conhecidos. É fundamental que os alunos possam vivenciar na escola situações em que a leitura esteja vinculada diretamente ao desfrute pessoal, à descontração e ao prazer.
Leitura dirigida – Propor atividades de leitura em que os alunos tenham de localizar palavras em um texto conhecido. Por exemplo: o professor lê o texto inteiro e depois pede aos alunos que localizem uma palavra determinada (ex.: “piano”, na parlenda “Lá em cima do piano”). A intenção é que possam utilizar seus conhecimentos sobre a escrita para localizar e ler as palavras selecionadas.
Leitura individual – Quando os alunos conhecem bastante os textos, já podem começar a lê-los individualmente. E nesse caso é importante que tenham objetivos com a atividade
de leitura. Por exemplo: ler para escolher a parte de que mais gosta, ler para depois recitar em voz alta para todos etc.
Pesquisa de outros textos – Os alunos podem pesquisar outros textos do mesmo gênero em livros, na família e na comunidade. Podem, por exemplo, entrevistar pais, avós e amigos a respeito de adivinhas, cantigas de roda, parlendas, quadrinhas ou trava-línguas que conhecem; ou procurar textos conhecidos no Livro do aluno. No caso dos poemas, também é possível pesquisar autores da comunidade, autores conhecidos no Brasil inteiro etc.
Rodas de conversa ou de leitura – Sentar em roda é uma boa estratégia para socializar experiências e conhecimentos, pois favorece a troca entre os alunos. A roda de conversa permite identificar o repertório dos alunos a respeito do texto que está sendo trabalhado e também suas preferências. A roda de leitura permite compartilhar momentos de prazer e diversão com a leitura. No caso dos trava-línguas, é interessante propor um concurso de trava-línguas – falar sem tropeçar nas palavras.
Escrita individual – Escrever segundo suas próprias hipóteses é fundamental para refletir sobre a forma de escrever as palavras. Por isso é importante criar momentos na rotina de sala de aula em que os alunos possam escrever sozinhos. Por exemplo: pedir que os alunos escrevam uma parlenda que conhecem de memória, ou que escrevam a cantiga de roda preferida. Vale ressaltar que, quando propomos a escrita de textos que os alunos conhecem de memória, em que não há um destinatário específico, é fundamental aceitar as hipóteses e não interferir diretamente nas produções: não se deve corrigir, escrever embaixo ou coisa do tipo.


segunda-feira, 19 de abril de 2010